O texto de hoje vai parecer desconexo, De propósito. Acho que não ando falando realmente o que devia. Mas bem (veja o texto já ficou desconexo) o motivo de estar aqui escrevendo é sobre um episódio interessante que aconteceu comigo nesta corrente data. Cheguei em casa sem ter o que fazer, fiquei a espreita do inesperado. Eis que meu pai chega, nada demais, ele sempre chega entre às 17 e às 19 horas. Aí fiquei indeciso sobre se iria entrar nas redes sociais ou assistir algo. Mas aí ele me pede pra lavar o carro. Nossa eu odeio lavar o carro. Não gosto, questão subjetiva e pronto! E hoje com um nível nuclear de um tédio com um T (bem grande pra você) eu me fingiria de morto pro urso. Mas como um insight do acaso resolvi ir. Não contaria com a ajuda do expert em lavar carros, meu irmão, por conta do resfriado. Estava sozinho na peleja. Comecei lavar, passar sabão nas laterais e ai me veio a recordação: meu pai acabara de vender o carro. O que isso tem a ver? Nada. Mas pensando bem, essa seria a ultima vez que eu lavaria esse carro. Esse mesmo carro a qual estava sendo adquirido quando passei no vestibular. E quando chorei por um fracasso amoroso? chorei no ultimo banco, vindo de Arapiraca pra casa. Alguns meros desavisadinhos iriam falar "cara, é apenas um carro, um bem material qualquer". Aí destaco a palavra bem em soma com a palavra material. Somos personificadores do material como um bem que se encontra no âmbito financeiro. O valor mundano para algo que é inerente a ele. Irritantemente somos província a ponto de criar o jargão do "com dinheiro compra-se outro". O outro não me recorda nem um momento sobre o que passei durante esses quatro anos. Então damos ao ser inanimado o título de valor sentimental. Aquilo que nos é dado com preço impagável aos cifrões e aos juros compostos. O carro do meu pai (vejam, nem meu é) tem um valor sentimental significativo pra mim e pra todos da minha prole. Então estava me despedindo das minhas memorias materiais. Aquilo me doeu bastante. Fiquei abatido até o momento de escrever esse texto. Talvez ele amenize a dor. Não de um carro qualquer, mas de um que eu sei bem como foi sofrido pra tê-lo de fato. Escrevo mesmo por isso. Por coisas que acho que tem valor. E nem preciso prolongar a explicação disto: os raros entenderão.
Estou bem, aliás bem é a palavra que define o meu estado bruto de espirito. Material é apenas aquilo que está no nosso alcance visual e tátil. E como estou ainda naquela jogada da simbiose, estou bem...material.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Simbiose
Distraído, vaguei pelos vales sombrios e sóbrios do Youtube. Achei um vídeo de um cara que já admiro há séculos e isso só aumenta exponencialmente. Falando do nosso hermano Rodrigo Amarante. Ele falou do significado do nome de seu novo (não tão novo, já faz um ano) CD "cavalo". Particularmente fiz como manda a receita do bolo e julguei pela capa: que nome horrível para um CD de um cara que eu acho de outro planeta. Aí nesse vídeo, em um programa português chamado "o que fica do que passa" ( que nome lindo!) vi o entrevistador fazer a pergunta crucial sobre o que significava o cavalo. Deu até a introdução do cavalo como símbolo do veículo, no candomblé. Mas o Amarante, como sempre, me surpreendeu. Falou novamente do dualismo que ele carrega desde os Los Hermanos: falou da separação entre o ser racional e o emocional. E ai falou da simbiose entre cavalo e cavaleiro, o guia se torna guiado, a cavalgada perfeita.
E pra completar falou de algo que sempre me instigou: Se eu não tivesse aqui e tivesse lá, quem eu seria? ("quem então agora eu seria?" na bela canção o velho e o moço). Assim como ele, sempre me imaginei como seria se ainda estivesse em São Paulo. Quais seriam minhas amizades, o que eu estaria fazendo agora? Isso é se desprender do plano, do padrão vital dos ponteiros cronológicos. Isso é ser livre, sem pudor. Ser dotado de uma imaginação fugaz e desdobrante. Pessoas que pensam assim, não convivem bem com o estático.
Realmente viver, sonhar e antes de morrer, não-pensar. Mas deixar o sub-consciente falar por si próprio. O processo é bem mais aterrorizante. Me vem à cabeça a teoria das probabilidades. De que o que seriamos se não fossemos, conversa que tive com os alfabéticos dias atrás. Somos disso mesmo: de referenciar aquilo que somos por medo de não sabermos mais depois. E ai vi o sentido de Mon Nom, da frase enigmática do Je suis l'etranger . De toda a preposição e a pré-disposição que o artista tem. De não poder se expressar na língua do outro. Perder o veículo, o cavalo.
Tudo se tornou claro quando se fala da distância, de Irene, do presságio sobre o novo de The Ribbon. Esse CD realmente mexeu comigo. Me extenuou de mim mesmo.
Ficamos por fim com o trecho que me fez escorrer umas lágrimas, que me fez refletir sobre o que faço como pessoa atuante e passiva daquilo que objetivo. Afinal, somos um LIVRE ARBÍTRIO, ou um LIVRO ABERTO.
Quem na rua se perde
Encontra o que pede
Acerta o que mede
E conta até errar
Que o erro é onde a sorte está
Não queira ver
E pra completar falou de algo que sempre me instigou: Se eu não tivesse aqui e tivesse lá, quem eu seria? ("quem então agora eu seria?" na bela canção o velho e o moço). Assim como ele, sempre me imaginei como seria se ainda estivesse em São Paulo. Quais seriam minhas amizades, o que eu estaria fazendo agora? Isso é se desprender do plano, do padrão vital dos ponteiros cronológicos. Isso é ser livre, sem pudor. Ser dotado de uma imaginação fugaz e desdobrante. Pessoas que pensam assim, não convivem bem com o estático.
Realmente viver, sonhar e antes de morrer, não-pensar. Mas deixar o sub-consciente falar por si próprio. O processo é bem mais aterrorizante. Me vem à cabeça a teoria das probabilidades. De que o que seriamos se não fossemos, conversa que tive com os alfabéticos dias atrás. Somos disso mesmo: de referenciar aquilo que somos por medo de não sabermos mais depois. E ai vi o sentido de Mon Nom, da frase enigmática do Je suis l'etranger . De toda a preposição e a pré-disposição que o artista tem. De não poder se expressar na língua do outro. Perder o veículo, o cavalo.
Tudo se tornou claro quando se fala da distância, de Irene, do presságio sobre o novo de The Ribbon. Esse CD realmente mexeu comigo. Me extenuou de mim mesmo.
Ficamos por fim com o trecho que me fez escorrer umas lágrimas, que me fez refletir sobre o que faço como pessoa atuante e passiva daquilo que objetivo. Afinal, somos um LIVRE ARBÍTRIO, ou um LIVRO ABERTO.
Quem na rua se perde
Encontra o que pede
Acerta o que mede
E conta até errar
Que o erro é onde a sorte está
Não queira ver
domingo, 22 de junho de 2014
A morte
Reconsidero todos os conceitos volúveis sobre morte. Todos me entristeceram. Mas não uma tristeza trivial e sim uma descontinua. Aquela que nos serve de ponto de referência. A morte é como a vida. Um pedacinho da relutância que é viver. O destino final da viagem, da caminhada. Entristeço-me não por pessoas pensarem no fim e sim por não pensarem na caminhada. Nas paisagens, nos reflexos das coisas no caminho. Nos aparatos da imensidão. Ah como os deuses nos invejam. Inclusive tava assistindo um anime, onde uma pessoal imortal falava da morte e me chamou atenção pelas palavras. Falou que a decorrência de saber que não iremos ficar aqui pro resto da vida é o motivo do ser humano ir à luta. De planejar, de renunciar. De todos os infinitivos que sustentam a nossa mortalidade. De que as pessoas passam e passam e passam...e que vê-las realmente a deixava com inveja. Por que somos tão província a ponto de querer a imortalidade? Somos regidos por motivação pelo desconhecido. Mas também somos movimentados pelo novo. O que seria de nós se apenas vivêssemos sem nenhum propósito? Acho que eu, particularmente, cansaria. Ver todos que amam morrendo e nascendo no moto contínuo não me sugere instiga pela imortalidade.
Na verdade acho que ela existe na nossa vida. Um pequeno espaço para se trabalhar a imensidão: tudo que irá existir terá uma porção de cada um. Então o tudo fica por aí em cada qual. Os pronomes se misturam, se condensam. Corroboram com algo que não existe então, no físico, mas no filosófico. O que se deixa enganar por ser algo não alcançável mas não almejável. As vezes fica confuso falar da morte e da imortalidade sendo coisas antagônicas e ao mesmo tempo dois lados da mesma moeda. Sem troco nem truque, estamos a mercê do inesperado. A morte mora em cada minuto que estamos vivendo. Se alimentando do próximo carnaval, da próxima copa do mundo. Do separatismo carnal, do superego social, da intensão do ali e não do agora. Somos abençoados por não ficar pra sempre aqui: não aguentaríamos nem um segundo a mais que a nossa vida nos permite
Então vivemos enquanto estamos vivos (redundância poética e literal).
Na verdade acho que ela existe na nossa vida. Um pequeno espaço para se trabalhar a imensidão: tudo que irá existir terá uma porção de cada um. Então o tudo fica por aí em cada qual. Os pronomes se misturam, se condensam. Corroboram com algo que não existe então, no físico, mas no filosófico. O que se deixa enganar por ser algo não alcançável mas não almejável. As vezes fica confuso falar da morte e da imortalidade sendo coisas antagônicas e ao mesmo tempo dois lados da mesma moeda. Sem troco nem truque, estamos a mercê do inesperado. A morte mora em cada minuto que estamos vivendo. Se alimentando do próximo carnaval, da próxima copa do mundo. Do separatismo carnal, do superego social, da intensão do ali e não do agora. Somos abençoados por não ficar pra sempre aqui: não aguentaríamos nem um segundo a mais que a nossa vida nos permite
Então vivemos enquanto estamos vivos (redundância poética e literal).
segunda-feira, 16 de junho de 2014
sem rés(sentimentos)
Antes de tudo, quero deixar claro que nada é por culpa minha. Não termino aquilo que não começo. Pedir desculpas pra quê? Tudo é em vão. Nada é pra sempre. Prefiro acreditar no que flui, na corrente incessante da vida. Sou mais eu.
Resolvi não abri mão do meu tempo, da minha hora, das minhas músicas por ninguém. Não sou província a ponto de mentir. Andei meio conflitado com a minha hipocrisia. E envolvi pessoas. Peço a elas que me perdoem, mas não podia seguir: eu sou o que sou.
Pensei nesses dias sobre minha infância-juventude. Tempo que eu me bastava de dois pedaços de tijolo e pelo menos 4 amigos. Se tivessem em número ímpar, haveria a famosa linha-fora. E era tão legal quando íamos ao campo (do massau). Ali parecíamos mais profissionais: traves e chuteiras, muros vizinhos e muito mato ao redor. O que me fazia chorar no máximo era um arranhão no joelho ou um pontapé de algum zagueiro imprudente. Nada além disso. Não ligava (e nem ligo) para meus amigos que se gabavam por serem os maiores pegadores da escola. Eu só queria mesmo que reprisasse Digimon, que o Goku salvasse a terra. Queria que o mesmo me salvasse hoje, com soluções rápidas. Crescer é difícil. A complexidade veio à tona, mais do que um problema de física ou de matemática.
E ainda mais essa prosopopeia que faço dos meus problemas se atenua. A copa do mundo esse mês foi ainda mais nostálgica. Estava jogando bola em 2002 no meio da rua e da chuva domingo de manhã quando vi as pessoas gritando GOL. E também em 2006 no meio da rua quando gritaram "NÃO! Gol da França!". Em 2010 estava mais em casa assistindo e rindo do bolão a qual venci por apostar na galera dos países baixos. Esse ano to mais sozinho do que nunca esperando o desenrolar. Só serviu pra mostrar que a cada ano, a cada copa, vivo mais só. O meu egoísmo está mais vigente então: não quero ninguém por enquanto
A vida está me deixando com a solidão e com ela pretendo estar mais um tempo. Sem rés(sentimento)
Resolvi não abri mão do meu tempo, da minha hora, das minhas músicas por ninguém. Não sou província a ponto de mentir. Andei meio conflitado com a minha hipocrisia. E envolvi pessoas. Peço a elas que me perdoem, mas não podia seguir: eu sou o que sou.
Pensei nesses dias sobre minha infância-juventude. Tempo que eu me bastava de dois pedaços de tijolo e pelo menos 4 amigos. Se tivessem em número ímpar, haveria a famosa linha-fora. E era tão legal quando íamos ao campo (do massau). Ali parecíamos mais profissionais: traves e chuteiras, muros vizinhos e muito mato ao redor. O que me fazia chorar no máximo era um arranhão no joelho ou um pontapé de algum zagueiro imprudente. Nada além disso. Não ligava (e nem ligo) para meus amigos que se gabavam por serem os maiores pegadores da escola. Eu só queria mesmo que reprisasse Digimon, que o Goku salvasse a terra. Queria que o mesmo me salvasse hoje, com soluções rápidas. Crescer é difícil. A complexidade veio à tona, mais do que um problema de física ou de matemática.
E ainda mais essa prosopopeia que faço dos meus problemas se atenua. A copa do mundo esse mês foi ainda mais nostálgica. Estava jogando bola em 2002 no meio da rua e da chuva domingo de manhã quando vi as pessoas gritando GOL. E também em 2006 no meio da rua quando gritaram "NÃO! Gol da França!". Em 2010 estava mais em casa assistindo e rindo do bolão a qual venci por apostar na galera dos países baixos. Esse ano to mais sozinho do que nunca esperando o desenrolar. Só serviu pra mostrar que a cada ano, a cada copa, vivo mais só. O meu egoísmo está mais vigente então: não quero ninguém por enquanto
A vida está me deixando com a solidão e com ela pretendo estar mais um tempo. Sem rés(sentimento)
terça-feira, 27 de maio de 2014
Voltando a voltar...
Parece redundância, mas é apenas burocracia de se escrever com trocadilhos. Não vou ( e nem ia) terminar esse texto...
(IN)Perfeição
O que me levaria a escrever a uma hora dessas? Além do pronunciamento da FIFA dizendo que não haverá copa do mundo, algo bem polêmico. Quem falou relacionamento, acertou metade. Apenas a consequência natural dela: A perfeição!
Acho que nada mais sublime do que falar sobre a perfeição. Aquilo que não se encontra defeito, brecha. Sonho? Talvez sim, talvez não. Na verdade o que me instigou a escrever aqui foi uma frase que li num artigo que falava sobre exatamente isso. "A perfeição é monótona". Nossa!
Então a contradição realmente mora ai, nesse contexto. Somos realmente tão ansiosos pela perfeição que acabamos por mistificá-la. Bem, onde quero chegar: no supra sonho do perfeccionismo. O que realmente importa então?
Vejamos outra frase, da banda Vespas Mandarinas, que diz "...tá todo mundo tão preocupado em ser perfeito que no final o que faz falta é o defeito." Complementares, diria.
Buscamos a excelência em outro ser, que no final enjoamos. Aí prevalece aquele dito do "tudo demais enjoa". Então procuramos algo que nunca alcançamos, mas no final estamos realmente procurando aquilo que já temos. Morte por antecipação, diríamos. Na verdade a beleza está em todo lugar, até na feiura. Somos cativados pelo incrível, pelo desconhecido. O Exótico é a bola da vez. Como a frase lá supracitada, a perfeição é monótona. Mulheres não são perfeitas nem homens. Procuramos em cada ser a divergência da nossa essência, para que possamos nos confrontar. Nisso mora o que chamamos de desafio.
Em suma, vivendo à sombra do perfeito, seremos sempre imperfeitos e infelizes. O prefixo não nos deixa mentir: estamos nos sacrificando em vão. Coma. Se engordar, malhe. Não quer malhar, fique assim. Não (a)pague sua existência por algo impossível. Apenas viva e sobre, sobreviva e seja feliz sem o in.
Deixo vocês com o Catatau (Fernando).
Quando você olhar para algum corpo
Que não seja tão perfeito
Olhe direito
Pois cada olhar contém o seu defeito
É estranho, né?
Mas a realidade é que ninguém sabe
O verdadeiro conceito de um preconceito
Já imaginou? Se algum dia no final de tarde
Alguém chegar do seu lado bem devagarzinho
E lhe falar bem baixinho
-Psiu, ei!
-O quanto você é feio!
Você vai chorar?
Você vai cantar?
Vai se rebolar ou pedir pinico?
Não importa, pois o mundo não é perfeito
E nós todos temos o direito
De não sermos bonitos
Acho que nada mais sublime do que falar sobre a perfeição. Aquilo que não se encontra defeito, brecha. Sonho? Talvez sim, talvez não. Na verdade o que me instigou a escrever aqui foi uma frase que li num artigo que falava sobre exatamente isso. "A perfeição é monótona". Nossa!
Então a contradição realmente mora ai, nesse contexto. Somos realmente tão ansiosos pela perfeição que acabamos por mistificá-la. Bem, onde quero chegar: no supra sonho do perfeccionismo. O que realmente importa então?
Vejamos outra frase, da banda Vespas Mandarinas, que diz "...tá todo mundo tão preocupado em ser perfeito que no final o que faz falta é o defeito." Complementares, diria.
Buscamos a excelência em outro ser, que no final enjoamos. Aí prevalece aquele dito do "tudo demais enjoa". Então procuramos algo que nunca alcançamos, mas no final estamos realmente procurando aquilo que já temos. Morte por antecipação, diríamos. Na verdade a beleza está em todo lugar, até na feiura. Somos cativados pelo incrível, pelo desconhecido. O Exótico é a bola da vez. Como a frase lá supracitada, a perfeição é monótona. Mulheres não são perfeitas nem homens. Procuramos em cada ser a divergência da nossa essência, para que possamos nos confrontar. Nisso mora o que chamamos de desafio.
Em suma, vivendo à sombra do perfeito, seremos sempre imperfeitos e infelizes. O prefixo não nos deixa mentir: estamos nos sacrificando em vão. Coma. Se engordar, malhe. Não quer malhar, fique assim. Não (a)pague sua existência por algo impossível. Apenas viva e sobre, sobreviva e seja feliz sem o in.
Deixo vocês com o Catatau (Fernando).
Quando você olhar para algum corpo
Que não seja tão perfeito
Olhe direito
Pois cada olhar contém o seu defeito
É estranho, né?
Mas a realidade é que ninguém sabe
O verdadeiro conceito de um preconceito
Já imaginou? Se algum dia no final de tarde
Alguém chegar do seu lado bem devagarzinho
E lhe falar bem baixinho
-Psiu, ei!
-O quanto você é feio!
Você vai chorar?
Você vai cantar?
Vai se rebolar ou pedir pinico?
Não importa, pois o mundo não é perfeito
E nós todos temos o direito
De não sermos bonitos
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Sexta feira Santa
Essa sexta feira santa foi no mínimo nostálgica. Revi amigos como o Djavan, o Rob Zombie de Maribondo (haha). Hoje a tônica da conversa foi a banda Guns N' Roses. A velha questão sobre porque do Axl ter sido um dos maiores babacas, também um dos maiores cantores (dualismo chato esse).
Fomos a casa do Johnny. Nem conhecia direito, mas parece ser gente boa. Fiquei bem instigado em saber que está aprendendo a tocar violão (eu e minha secura).
Finalmente, conversamos sobre outras coisas na volta aqui pra casa: sobre filmes e seriados. O legal de conversar com o Rob Djavan é que ele entende pacas desses assuntos. Comentamos até da primeira cena do filme do Halloween (do verdadeiro Rob Zombie, hehehe). Falamos também sobre os atores mais "FODAS" que achamos no cinema. Lista vai, lista vem e sempre há um que todos concordam que é o Tampa (Johnny Depp e Will Smith figuraram, além de Clive Owen e Tom Hanks).
Não só falando de cinema e de música, fiquei anestesiado de tanta coisa boa que presenciei. São momentos que nunca esquecemos e que nós quatro (esqueci de citar o Flávio e o Erick) fazemos voltar à tona todo reencontro. Amizade tem dessas coisas, uma hora tu tá longe e noutra tu tá mais longe ainda. Mas o que fortalece são as boas memórias, um processo insight dentro do contexto vida.
Viver é uma faca de dois gumes. Corta a cena, corta a boa hora. Corta.
Fomos a casa do Johnny. Nem conhecia direito, mas parece ser gente boa. Fiquei bem instigado em saber que está aprendendo a tocar violão (eu e minha secura).
Finalmente, conversamos sobre outras coisas na volta aqui pra casa: sobre filmes e seriados. O legal de conversar com o Rob Djavan é que ele entende pacas desses assuntos. Comentamos até da primeira cena do filme do Halloween (do verdadeiro Rob Zombie, hehehe). Falamos também sobre os atores mais "FODAS" que achamos no cinema. Lista vai, lista vem e sempre há um que todos concordam que é o Tampa (Johnny Depp e Will Smith figuraram, além de Clive Owen e Tom Hanks).
Não só falando de cinema e de música, fiquei anestesiado de tanta coisa boa que presenciei. São momentos que nunca esquecemos e que nós quatro (esqueci de citar o Flávio e o Erick) fazemos voltar à tona todo reencontro. Amizade tem dessas coisas, uma hora tu tá longe e noutra tu tá mais longe ainda. Mas o que fortalece são as boas memórias, um processo insight dentro do contexto vida.
Viver é uma faca de dois gumes. Corta a cena, corta a boa hora. Corta.
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