domingo, 19 de maio de 2013
Doente!
Ah, sim hoje estou doente. A velha Gripe retornou e trouxe a amiguinha dor de garganta junto com ela. Fiz nada esse final de semana. A preguiça me corresponde na mesmo proporção que tento fazer algo para sair dela. Tomar algum comprimido e dormir. Vi a minha nota de Calculo e já previa uma possível reavaliação. Nem ligo. Afinal acho que meu futuro na matemática tende a zero (risos abafados). Corizando pra caramba, o nariz escorrendo parecendo o Niágara. Mas tudo se resolve com um pouco de empenho e uma dose de Melhoral. Afinal, nem a chuva de Novembro, segundo Axel Rose, dura pra sempre.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Na alma
Deixe que tudo que lhe convém aflore. A flora, a fauna. A qualquer instante, em qualquer ocasião, os ponteiros vão marcar a hora exata. Não precisa de pressa, mas também não se detenhas. Conjugue todo o sentimento com o verbo, a saudade com o estar; na radiola deixe tocar tudo que está contido com os ventos. Delimite, dê limite. Sombras são redutos de luzes apagadas, então coragem. Crie-se, mas não se esqueça de morrer. Não cavalgue com o destino, mas corra sem saber pra onde ele vai. Preveja só o que der pra prever, afinal a previsão estraga qualquer tempo. Suma e apareça, vá e volte. Nunca seja estático na alma que lhe coube no corpo. Solte-a mas prenda-a. Aprenda que ela exulta quando você a mima, que ela é forjada no mais belo limiar, para rir, chorar...eternizar.
Diga a novidade que o que vem é seu. O passado nunca existiu, ele sempre esteve conosco no presente do futuro.
Diga a novidade que o que vem é seu. O passado nunca existiu, ele sempre esteve conosco no presente do futuro.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Breve...
Sei lá. Escrever ultimamente com esse emaranhado de pensamentos, de tarefas, de ideologias me trazem tantas recordações boas e ruins. Pessoas que de repente, voltam a fazer parte do meu dia. E algumas que estavam aqui somem, viram estranhos. Sei la. A vida é breve, as pessoas em nossa vida são breves. Mas como diria a canção "Se for pra sempre, que seja breve" ...assim me despeço por hoje...breve.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Coisa
Coisas. Sempre essa palavra distancia aquilo que queremos dizer com aquilo que sentimos. Formidavelmente as "coisas" aparecem, desaparecem, somem, mudam de lugar. Nunca estão como queremos, mas quando estão, reclamamos. Daí tudo retrocede como se nós mesmo já não sabíamos que iria de fato acontecer. Coisa é inexplicável. É sacola sem fundo, sem começo. Sem adereço ou endereço. Tudo converge pro nada. Nada é coisa que ninguém vê, logo é uma coisa. Confusão também, por isso ando e desando em palavras que não se explicam. Palavras também são coisas inexplicáveis. Todos os fins são. Os começos? Esses sim são previsíveis, nós que não queremos enxergar.
Falar sobre coisas é fácil, difícil é entender sobre elas!
Au revoir,
Falar sobre coisas é fácil, difícil é entender sobre elas!
Au revoir,
sábado, 4 de maio de 2013
Tarde
A tarde hoje se passou como vento. Também pudera, estudei feito maluco para as próximas provas da Universidade. Me deitei um pouco e pensei: como nossa rotina se desfaz a ponto de nem sabermos onde ela começa e termina. Me situei em meses atrás e o que eu vi que hoje estou diferente de ontem. Inteligentemente as coisas vão se encaixando, que perder as vezes é sinônimo de receber. Interessante, me lembrei de uma frase de um amigo meu que dizia que "as vezes damos um passo pra trás para dar dois pra frente..." ou seja, não estamos estáticos. O mundo muda, o instante agora é o posterior. Tudo é mais que relativo, está solto, mas ao mesmo tempo coligado. Como é bom ver que aquilo que você, que nunca acharia que teria, conquistou e pode hoje dizer: "pultz, eu realmente consegui até aqui, vou tentar um pouco mais". E assim agente constrói nosso castelo de lego. Encaixa as peças e as que sobram ficam de fora
Interessante como na vida precisamos nos desfazer daquilo que, por horas, achamos que nos basta
Que haja sempre o ciclo normal, mas que a normalidade não fique no marasmo, que os homens possam cultuar seus deuses e falar de nada em lugar algum...que a vida vença.
Interessante como na vida precisamos nos desfazer daquilo que, por horas, achamos que nos basta
Que haja sempre o ciclo normal, mas que a normalidade não fique no marasmo, que os homens possam cultuar seus deuses e falar de nada em lugar algum...que a vida vença.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Passarinho
Ontem vi alguns passarinhos passando...não me deu, a priori, nenhuma inspiração. Ousei escrever uns versos mas saíram tortos. Ficaram bons, a beleza não está na correto. Mas preferi escrever aqui umas tiras de letras. Fiquei nesse feriado do dia do trabalhador, para comemorar a contradição, sem fazer nada. Olhei algum livro, mas nem passei da capa. Ouvi rumores de um jogo épico na TV: decidi gastar minha tarde nele, mesmo que torcendo pra um dos lados, já sabia que estava garantido. Caminhei pela rede a noite, sem saber por onde andar. Vi um vídeo muito interessante sobre o músico e escritor Duca Leindecker. Achei um pingado de inspiração em suas palavras, e tentei, por um instante, ser um escritor. Brincar de ser feliz é bom demais. Claro até porque somos isso, escrevemos o que somos e somos o que escrevemos. Sabemos pouco, mas compartilhamos esse pouco para que ele se torne muito. Voamos alto sem sair do chão. E tudo nasce com uma frase, um comentário, um gesto...um. Numeral que significa muitas coisas mesmo sendo singular.
Ah, antes que eu me esqueça, Passarinho também voa, só que sem destino ou hora marcada. Eu sou um passarinho, só que ainda não sei voar.
Ah, antes que eu me esqueça, Passarinho também voa, só que sem destino ou hora marcada. Eu sou um passarinho, só que ainda não sei voar.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Do tempo
Ah...me faltam as palavras para descrever o quão o bom e quão ruim é o tempo. Ele foi feito sobre medida, sobre uma moldura incomparável. Sobre tudo aquilo que os seres pensantes pudessem ponderar seus inertes pensamentos. O tempo é mesmo implacável, inflexível.
Mas estou escrevendo hoje (há um bom tempo que não escrevo) para dizer que minhas ultimas semanas tem sido de descobertas. Na verdade, de medos e daí as descobertas. Descobri que na verdade tudo o que me aconteceu de ruim foi bom. As pessoas que eu vou perdendo, acho que não perco. Pois como diria a canção do Apanhador só " O rei me disse que quem deixa ir tem pra sempre". Um tempo só pra mim já me basta para saber quem eu sou, hoje. Amanhã seremos sempre um novo eu. A mudança se faz necessária na pertinência que é a vida. E que a vida nos pertence, então pertencemos a ela. Como pude deixar de notar que as pessoas que merecem ficar nunca ficam? Muitos dizem que o que é verdadeiro fica, mas quantas vezes eu vi que era de verdade partir. E outros verdadeiros aparecerem. Na verdade, nada é eterno, mas o tempo sempre se encarrega de torná-lo agora. Uma pessoa esses dias me disse que tinha medo do novo. Mas o novo precisa nascer pra que saibamos que tudo se transforma quando menos esperamos. Perplexo muitas das vezes eu vou tirando de letra tudo aquilo que me faz infeliz. Mas ainda sobraram os resquícios, que eu faço questão de deixá-los. Uma espécie de "veja o que você tem que esquecer". É exatamente isso: lembrar pra esquecer. Nossa! As vezes a saudade aperta, mas ai vejo que o desespero nunca me levou a lugar nenhum. Só, sozinho, são palavras que não existem no meu vocabulário. Vou apertando aqui, afrouxando ali, e que se o enredo voltar a ser meu amigo, agradeço. Se ele quiser repetir a dose de tudo isso aqui, não agora, eu não terei medo, mas terei descoberto que o tempo alivia e aguça todos os primais sentidos do ser humano: Andar, levantar, caminhar, seguir. Isso, por enquanto meus amigos, basta-me.
Mas estou escrevendo hoje (há um bom tempo que não escrevo) para dizer que minhas ultimas semanas tem sido de descobertas. Na verdade, de medos e daí as descobertas. Descobri que na verdade tudo o que me aconteceu de ruim foi bom. As pessoas que eu vou perdendo, acho que não perco. Pois como diria a canção do Apanhador só " O rei me disse que quem deixa ir tem pra sempre". Um tempo só pra mim já me basta para saber quem eu sou, hoje. Amanhã seremos sempre um novo eu. A mudança se faz necessária na pertinência que é a vida. E que a vida nos pertence, então pertencemos a ela. Como pude deixar de notar que as pessoas que merecem ficar nunca ficam? Muitos dizem que o que é verdadeiro fica, mas quantas vezes eu vi que era de verdade partir. E outros verdadeiros aparecerem. Na verdade, nada é eterno, mas o tempo sempre se encarrega de torná-lo agora. Uma pessoa esses dias me disse que tinha medo do novo. Mas o novo precisa nascer pra que saibamos que tudo se transforma quando menos esperamos. Perplexo muitas das vezes eu vou tirando de letra tudo aquilo que me faz infeliz. Mas ainda sobraram os resquícios, que eu faço questão de deixá-los. Uma espécie de "veja o que você tem que esquecer". É exatamente isso: lembrar pra esquecer. Nossa! As vezes a saudade aperta, mas ai vejo que o desespero nunca me levou a lugar nenhum. Só, sozinho, são palavras que não existem no meu vocabulário. Vou apertando aqui, afrouxando ali, e que se o enredo voltar a ser meu amigo, agradeço. Se ele quiser repetir a dose de tudo isso aqui, não agora, eu não terei medo, mas terei descoberto que o tempo alivia e aguça todos os primais sentidos do ser humano: Andar, levantar, caminhar, seguir. Isso, por enquanto meus amigos, basta-me.
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