Eu vi essa frase numa tirinha sobre conversa entre psicoPATOS. Uma palavra bem originária, e a piadinha até que lhe caiu bem. A noite eu intervenho em algumas coisas que estão me incomodando. Tipo as falas demasiadas em redes sociais. Essas redes são bem psicopatas. Devem ser patas chocas, ao meu ver.
Como a semana passou rápido...
E essa conversa, meus amigos, fica cada vez mais claro e evidente que vai ficar meio Telepática (outra piadinha com os patos) .
[Nada a ver, li um dia desse no livro do Humberto Gessinger sobre um baixista chamado Jaco Pastorius. Sinceramente nunca tinha ouvido falar, mas fiquei curioso e pesquisei, o cara era monstruoso]
Eu me peguei quero fazer logística com os dias de vir escrever aqui. Não vai dá certo, sou muito leigo as disciplinas, as regras. Prefiro dar lugar ao inesperado, esse ainda me parece mais bonito.
Então vou escrever aqui quando me der na telha (essa expressão é bem estranha). Vocês estarão à mercê do improvável, do imprevisto. Isso é mesmo lindo.
Um tanto Psicopatético eu diria, nada pior do que fazer algo de supetão. Não, pera, se fosse obsolescência programada (dá-lhe Gessinger) estaria escrevendo uma história de terror. Ou de estresse mesmo. No final o terror é estressante e o Estresse é terrível.
Sou um telepata mas poderia ser um telepato.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
Pelé é um gênio, mas o Edson é foda
Essas palavras ecoaram na minha mente e como de praxe me veio dúvidas e dúvidas e...(moto-contínuo). Sem problema, o cara que escreveu (Não citarei, [sorrisos]) estava disposto a dar ar a imaginação alheia. Como fonte de retrocesso mental, foi tentar achar a significância. Foi em vão. Nem me lembrava mais o que queria procurar no dilúvio de informações futebolísticas-personalistas que encontrei
O fim de semana foi bom, conheci gente nova, que também faz/trabalha com arte. Fiquei bêbado de tanta cultura nesse sábado. As vezes, vocês leitores não sabem, mas apagamos linhas e parágrafos inteiros só porque iriamos dizer uma bobagem (essa eu não vou apagar). Muita das vezes a inspiração é como a nossa eletricidade, alterna. Então estamos sujeitos à ela. Mas vai e vem dá pra escrever uns cinco ou seis linhas, o que importa é o que está escrito, não quanto.
Realmente esse domingo foi o oposto do sábado. Não no sentido ruim, mas no sentido de calmaria demais. Eu tenho um pouco de receio do remorso (parafrasear Moveis soa sacana) da calmaria, justo no domingo. Não fiz nada que me pusesse na cabeça que seria esplêndido, o dia foi tão trivial que acabou sendo tedioso.
Desses tédios com T maiúsculos.
Comecei a pensar sobre a segunda e o que ela poderia me oferecer. Inclusive irei ficar em casa novamente. Mas a sensação da segunda, essa é ímpar. A segunda instiga algo que nos deixa atônito. Que nos imprime certa pressa sobre o que fazer. Talvez seja pela frenética propaganda sobre as pessoas indo trabalhar na segunda. E temos também como símbolo de "ida indesejada às tarefas".
Então me veio à cabeça (ainda bem que não foi no estômago) que o tempo não influencia muito. O que influência mais é a nomenclatura a qual damos à ele. Um domingo chato e uma segunda frenética. Ambas em casa, com o mesmo tempo mas com sensações diferentes. Como o calendário juliano é foda...
Ah, lembrei. Estava falando de que como duas coisas são iguais, mas se nomearmos diferentes temos sensações diferentes. O Pelé e o Edson são a mesma pessoa, mas sentimos uma coisa quando lembramos do Pelé e outra quando lembramos do Edson. Os dois são fodas, mas o Edson é o Domingo e o Pelé é a Segunda-feira.
O fim de semana foi bom, conheci gente nova, que também faz/trabalha com arte. Fiquei bêbado de tanta cultura nesse sábado. As vezes, vocês leitores não sabem, mas apagamos linhas e parágrafos inteiros só porque iriamos dizer uma bobagem (essa eu não vou apagar). Muita das vezes a inspiração é como a nossa eletricidade, alterna. Então estamos sujeitos à ela. Mas vai e vem dá pra escrever uns cinco ou seis linhas, o que importa é o que está escrito, não quanto.
Realmente esse domingo foi o oposto do sábado. Não no sentido ruim, mas no sentido de calmaria demais. Eu tenho um pouco de receio do remorso (parafrasear Moveis soa sacana) da calmaria, justo no domingo. Não fiz nada que me pusesse na cabeça que seria esplêndido, o dia foi tão trivial que acabou sendo tedioso.
Desses tédios com T maiúsculos.
Comecei a pensar sobre a segunda e o que ela poderia me oferecer. Inclusive irei ficar em casa novamente. Mas a sensação da segunda, essa é ímpar. A segunda instiga algo que nos deixa atônito. Que nos imprime certa pressa sobre o que fazer. Talvez seja pela frenética propaganda sobre as pessoas indo trabalhar na segunda. E temos também como símbolo de "ida indesejada às tarefas".
Então me veio à cabeça (ainda bem que não foi no estômago) que o tempo não influencia muito. O que influência mais é a nomenclatura a qual damos à ele. Um domingo chato e uma segunda frenética. Ambas em casa, com o mesmo tempo mas com sensações diferentes. Como o calendário juliano é foda...
Ah, lembrei. Estava falando de que como duas coisas são iguais, mas se nomearmos diferentes temos sensações diferentes. O Pelé e o Edson são a mesma pessoa, mas sentimos uma coisa quando lembramos do Pelé e outra quando lembramos do Edson. Os dois são fodas, mas o Edson é o Domingo e o Pelé é a Segunda-feira.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Entidades
Realmente nem vinha escrever, mas somos escravos da inspiração, ou da inquietude (ou apenas do tempo). De fato estava a pensar nesse negocio de entidades. De todos os tipos, de todos os tamanhos e cores. Sabores também. Segundo um site (nem vem que não divulgo), colocou os seguintes significados:
O termo "entidade" pode ser:
Entidade (ente), um conceito de filosofia
Entidade (religião), um ser sobrenatural no candomblé ,umbanda e no espiritismo
Entidade (informática), um conceito de informática e computação
Entidade (contabilidade), um princípio contábil de escrituração
Entidade administrativa, uma pessoa jurídica da administração pública indireta, podendo ser autarquia, fundação pública, empresa pública ou sociedade de economia mista.
O termo "entidade" pode ser:
Entidade (ente), um conceito de filosofia
Entidade (religião), um ser sobrenatural no candomblé ,umbanda e no espiritismo
Entidade (informática), um conceito de informática e computação
Entidade (contabilidade), um princípio contábil de escrituração
Entidade administrativa, uma pessoa jurídica da administração pública indireta, podendo ser autarquia, fundação pública, empresa pública ou sociedade de economia mista.
Os conceitos são diversos para uma mesma palavra. Como nossa língua é bela é robusta. Fui olhar link por link e no primeiro me chamou a atenção o conceito de Ente como tudo aquilo que existe. Exatamente. Esse Ente englobaria tudo,certo? E ele se englobaria? De fato todo conjunto é subconjunto de si próprio.
Respondida essas perguntas, me vi em desespero por não ter certeza do Ente como uma parte que pode ser um todo para um e uma parte para outro. Esse Ente é como se fosse relativizado a cada Ente que possa aparecer como "maior". Bem confuso.
Esse conceito se estenderia pelo religioso. Entretanto, fiquei com medo de clicar no link, sabia que algo poderia estar de acordo ou não com os meus conceitos. Decidi ficar apenas com o filosófico para não correr o risco de cair no abismo mental.
A conversa era a mesma, ontem, sobre um post do Facebook da qual eu citei a frase "quem é feliz não pode ser inteligente". Seria eu sovina o bastante para não explicar aos "Entes" sobre o que seria? Me recusei. Uma vez ouvi que o artista não tem obrigação de explicar sua arte, ele deixa-a para as mil interpretações. (querer ser artista não é arrogante, como soou em primeira instância essa frase).
Então, meus Entes, encerro minhas escrituras hoje, deixando um pouco da burrice de ser infeliz por querer, felicidade é algo longínquo mas escancarado, então me contenho com minha tristezinha embrulha no papel fino de alegria (Millor ao avesso, repara!)
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Choro ou Chorus?
Bem, nem tinha pensado na ideia de escrever algo por aqui hoje. Muita inspiração pra pouca vontade (sinistro!). Mas muita das vezes é só acender a velinha em cima da cabeça (acho lâmpada ultrapassada) que me vem a tal vontade. Percorri caminhos inerentes até chegar nesse esboço. Muita das vezes (de novo essa expressão?) eu tenho vontade de deitar e só levantar no dia seguinte (o nome disso é preguiça). Basicamente eu venho tendo ideias e praticando que é bom nada. Sou assim meio parado no tempo. Eu penso muitas vezes em dividir as tarefas e mesmo assim continuo sem saber o que fazer. Tenho preocupação a beça pra querer me desesperar. Então guardo esse papal cronológico (a qual damos o nome de calendário). Tenho uma prova semana que vem: nem estudei com coerência. Aliás, o que vem me faltando é coerência. Coro. Decoro (escrever palavras irmãs, você não é o Millôr Fernandes). Aí já começo a falar coisa com coisa e só porque vi o nome Chorus (Coro em Inglês) fitei nessa de fraternizar as palavras. Agora vou ver se tem algo pra estudar de verdade. Mas essa mentira poética é tão mais bonita que a verdade científica...
domingo, 5 de janeiro de 2014
Bom dia bom
Pultz (começando bem) fazia tempo que eu não vinha escrever aqui nesse blog. O tempo muita das vezes me é inimigo (ou é bastante filha da puta). De sexta pra cá vários acontecimentos foram notórios na minha estranha vida. O primeiro deles foi ir à casa do Ítallo e ficamos lá o dia todo, tirando som, jogando Bomba Patch (All Rights Reserved, rsrsrsrsr). Um ótimo dia. No sábado, foi a vez da reunião calorosa sobre política na casa do camarada André Luiz (bem ao estilo soviete). A noite nem foi tão legal, sow fiquei tocando mesmo e depois assistindo alguma porcaria televisiva (tão boa que nem me recordo dela). No domingo foi pra casa da vovó (soa muito bobo isso) e a noite, adivinhem: Show de Jazz e Blues na praça.
Nem queria, ainda encontrei os brothers da OK, muita gente conhecida ou semi. Resumo, foi um final de semana excelente. Bom dia bom.
Nem queria, ainda encontrei os brothers da OK, muita gente conhecida ou semi. Resumo, foi um final de semana excelente. Bom dia bom.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Nem tempo
Na verdade não existe nenhuma linha que possamos dividir o nosso tempo. Mesmo que tênue, não precisamos enxergá-la. As transições são parte de um processo chamado vida. Se você vivê-las necessariamente não enxergará a tal linha, pois de fato estarás ocupado vivendo. Preocupação nunca foi bom e em demasia é suicídio. No mais, escrevo sobre linhas, mas essas continuam invisíveis. É como se soubéssemos como e quando mas não sabemos explicar quão tão grande é nossa ineficácia diante do que se sucede ou não. Ficamos estáticos sem saber por onde começar. Mas já começamos sem perceber. Essa é a verdadeira graça da vida: Ser espontâneo.
Fico pensando sobre aqueles que querem prever algo sobre eles. Não enxergam a linha e nem vivem a vida.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Vergonhoso
Bem, nem seria esse título nesse post, mas a injustiça Brasileira aflorou novamente, nem vou me estressar com isso, só comentar aqui que nunca mais irei acompanhar o futebol brasileiro...
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